Tudo que o sistema faz, explicado do começo. Cada capítulo tem o desenho da tela e o passo a passo. Não precisa ler tudo de uma vez — use o índice.
O Quitas é gratuito. Não tem plano, não tem prazo, não tem cartão. E não tem espera: terminou o cadastro, o sistema já abre.
O e-mail que você usar aqui é o seu login para sempre, e é para onde vai o link caso você esqueça a senha. Use um e-mail que você realmente acessa.
O campo pede nome e sobrenome, e recusa e-mail, número de telefone e sinal que não existe em nome de gente. Não é implicância: esse nome aparece no histórico de quem deu cada baixa, e no dia em que você precisar conferir quem fez o quê, “x” ou um e-mail colado no lugar errado não responde nada.
Conta criada, o sistema mostra cinco telas de apresentação, uma de cada vez, com o caminho inteiro do trabalho: cadastrar o cliente, montar o contrato, mandar o link para ele aprovar, cobrar e dar baixa, e acompanhar o dinheiro. Passe com o dedo para o lado ou toque em Avançar. Na última, o botão vira Começar e leva você para dentro do sistema. Voltar aparece a partir da segunda, para reler a anterior.
Cada tela dessas mostra a tela de verdade do sistema — a lista de clientes, o contrato com as parcelas, o link que o cliente abre, o calendário e o financeiro. É para você reconhecer o lugar depois, quando for procurar.
No canto de cima tem Pular. Pode usar sem medo: essa apresentação não configura nada, é só apresentação. Ela aparece uma vez só — depois de passar ou de pular, não volta mais. Tudo o que ela mostra está explicado com detalhe neste manual.
São três telas, e elas falam do que é dele: a carteira de cobrança que chegou, a ficha de quem ele vai visitar, e como propor um acordo. Cadastrar cliente e montar contrato não aparecem porque o cobrador não faz nem um nem outro.
Logo em seguida, na tela de Início, aparece o quadro Primeiros passos. Esse sim é uma lista de tarefas de verdade, e está explicado no capítulo 3.
Antes vinha um carrossel de três telas com desenhos antes dessa apresentação, e eram duas boas-vindas seguidas na mesma entrada. Ficou só esta, a que mostra as telas de verdade do sistema.
A conta criada entra na hora: não há análise, não há espera e ninguém precisa liberar nada do lado de cá. Se você tiver visto uma tela de “cadastro em análise” em alguma versão antiga, ela não existe mais.
Para entrar com o e-mail e a senha: digite o e-mail que você usou para criar a conta, digite a senha e toque em Entrar. Só isso. O sistema já abre na tela de Contratos, que é onde o dia começa.
Se der errado, a mensagem aparece em vermelho logo acima do botão, e ela diz uma de duas coisas:
Depois de entrar uma vez, o aplicativo continua entrado — você não digita senha todo dia. Sair é uma decisão sua, pelo Sair do sistema nas Configurações. Se o celular for de mais alguém, ligue a trava por digital (capítulo 15).
Enquanto você digita, aparece uma listinha embaixo do campo com o que ainda falta, e cada item fica verde quando você cumpre. O botão de salvar só acende quando tudo está verde. São quatro exigências: pelo menos oito caracteres, uma letra maiúscula, uma minúscula e um número. A segunda caixa é para repetir a mesma senha — se as duas não baterem, o sistema avisa antes de salvar.
Salvou, você já entra direto. Não precisa voltar para a tela de login nem digitar a senha nova de novo.
Use sempre o e-mail mais recente. Cada vez que você pede um link novo, o anterior é cancelado na hora. Se você pedir duas vezes e abrir o primeiro, ele vai dizer que não vale mais — e está certo.
Aquele botão Continuar parece um passo a mais, mas ele existe por um bom motivo: programas de e-mail e antivírus abrem os links das mensagens sozinhos para checar se são seguros. Como o link só serve uma vez, esse robô o gastaria antes de você. Robô abre endereço; robô não aperta botão.
Se alguém da sua equipe entrar com uma senha temporária que você criou, o sistema pede para trocar a senha antes de continuar. É automático — basta seguir a tela.
Pode acontecer de, ao entrar, aparecer uma tela dizendo “falta o seu WhatsApp”. Ela aparece para quem criou a conta antes de o número passar a ser obrigatório, ou para quem tem um número incompleto guardado. É um campo só: digite o número com DDD e toque em Salvar e continuar.
Ela aparece uma vez. Depois de salvar, você volta direto para o sistema e não vê mais essa tela.
Três coisas: avisar quando alguma coisa der errado no sistema, ajudar você a recuperar o acesso, e mandar novidades do aplicativo. Ele não aparece para nenhum cliente seu e não é usado para cobrança — o Quitas é gratuito.
Antes de qualquer outra coisa, vale conhecer o desenho do sistema. Ele é sempre igual, em toda tela: uma barra em cima, uma barra embaixo e, quando dá para criar algo, um botão dourado redondo flutuando no canto de baixo à direita.
Decore essas três coisas e você não se perde mais — o resto deste manual vai dizer só “barra de baixo, Clientes” e você já sabe onde é.
A barra tem cinco nomes. Se aparecerem quatro, e o que faltar for Financeiro, você está entrando com um perfil Operador. Esse perfil não vê essa aba — nem o lucro, em tela nenhuma. Todo o resto do trabalho ele faz igual. É de propósito; explico no capítulo 5.
E se você já usava o sistema e está procurando o Suporte na barra: ele subiu pro canto de cima, no ícone de fone, ao lado do sino. Continua em qualquer tela, a um toque só.
| Quero… | Caminho |
|---|---|
| Mudar juros, mensagens ou chave Pix | círculo com iniciais (canto de cima) → rolar até Juros padrão & lembretes |
| Cadastrar alguém da minha equipe | círculo com iniciais → Usuários do sistema → Gerenciar |
| Cadastrar um cliente | barra de baixo → Clientes → botão dourado + |
| Mandar o cliente se cadastrar sozinho | barra de baixo → Clientes → 🔗 Convidar por link (no alto) |
| Aprovar um cadastro que chegou | barra de baixo → Clientes → cliente com o selo Aguardando aprovação → Ver / editar |
| Criar um contrato | barra de baixo → Contratos → botão dourado + |
| Achar o contrato de um cliente | barra de baixo → Contratos → campo Procurar pelo nome do cliente, no alto |
| Dar baixa numa parcela | barra de baixo → Contratos → toque no contrato → Dar baixa na parcela |
| Receber duas parcelas do mesmo contrato | dê a primeira baixa: o sistema volta pro contrato e a próxima a receber já está no topo |
| Acrescentar um mês ao contrato | abra o contrato → Adicionar parcela, logo abaixo do título Parcelas |
| Copiar o link do contrato | abra o contrato → quadro Link do cliente → Copiar link |
| Ver quanto lucrei | barra de baixo → Financeiro |
| Ver o que vence num dia | barra de baixo → Calendário → toque no dia |
| Ver quem mexeu em quê | círculo com iniciais → Ver histórico de atividades |
| Sair do sistema | círculo com iniciais → Sair do sistema (botão vermelho) |
Toda tela que você abre por dentro (um contrato, uma ficha de cliente, as Configurações) tem uma setinha ‹ no canto de cima à esquerda. Ela volta para a lista. O botão “voltar” do próprio celular também funciona.
Antes de cadastrar o primeiro cliente, passe cinco minutos nas Configurações. O que você define aqui vai preencher sozinho todo contrato novo — e evita que você digite as mesmas coisas dezenas de vezes.
Como chegar, passo a passo: em qualquer tela do sistema, olhe o canto superior direito. Tem dois botões redondos: um com um sininho e outro com duas letras — as iniciais do seu nome. Toque no das letras. Pronto, você está nas Configurações. Para sair de lá, use a setinha ‹ no canto de cima à esquerda.
| Bloco | Serve para | Quem vê |
|---|---|---|
| Conta | Seu nome, e-mail, perfil e o botão de sair do sistema | todo mundo |
| Juros padrão & lembretes de WhatsApp | Juros, juros por atraso, as três mensagens de cobrança e a chave Pix | Administrador e Administrativo |
| Trava por digital | Pedir a digital ao abrir o app (capítulo 15) | todo mundo |
| Avisos no celular | Ligar e desligar as notificações no telefone (capítulo 13) | todo mundo |
| Auditoria | Abrir o histórico de atividades (capítulo 14) | todo mundo |
| Usuários do sistema | Cadastrar e gerenciar a equipe (capítulo 5) | só o Administrador Geral |
O Quitas não envia nada sozinho. Ele monta o texto e abre o WhatsApp com a mensagem pronta — quem aperta enviar é você. Isso é de propósito: cobrança é conversa, e o tom muda de cliente para cliente.
São três caixas de texto, uma para cada momento: vence amanhã, vence hoje e vencido. Você escreve o texto do seu jeito e usa três “etiquetas” onde quer que o sistema encaixe os dados do cliente:
| Você escreve | O cliente recebe |
|---|---|
| {nome} | o nome do cliente — Ana Beatriz Souza |
| {valor} | o valor da parcela — R$ 300,00 |
| {data} | a data do vencimento — 12/09/2026 |
Escreva as chaves exatamente assim, em minúsculas e sem espaço: {nome}, e não { nome } ou {Nome}. Se errar, a mensagem sai com a palavra entre chaves em vez do dado.
Exemplo de mensagem de vencido:
Oi {nome}, tudo bem? Sua parcela de {valor}, que venceu em {data}, está em aberto. Consegue resolver hoje? Qualquer coisa me chama.
Mexeu nos três textos de cobrança e não gostou do resultado? O botão Restaurar mensagens padrão devolve os três ao original, do jeito que vieram no primeiro dia. Serve para quando você apagou um pedaço sem querer, ou tirou uma das etiquetas e a mensagem parou de preencher o nome do cliente.
Não mexe nos juros, não mexe na chave Pix e não mexe em nada que você tenha digitado nos outros campos e ainda não tenha salvado. É um botão só das três mensagens, e por isso ele fica de fora do formulário — restaurar não pode levar junto o que você acabou de escrever em outro lugar da tela.
Não tem confirmação, e não dá para desfazer. Se você tinha um texto muito seu, copie antes de tocar.
Pode ser CPF, e-mail, telefone ou chave aleatória. Depois de salvar, ela aparece logo abaixo do formulário com um botão de copiar — e passa a ir sozinha em dois lugares: no fim das mensagens de cobrança do WhatsApp e na tela que o cliente abre pelo link do contrato, lá também com botão de copiar.
Ainda no bloco Conta, o botão vermelho Sair do sistema desconecta você. Da próxima vez vai pedir e-mail e senha de novo. Só use se for emprestar o celular — no dia a dia, deixe conectado e trave com a digital (capítulo 15), que é mais rápido e mais seguro.
↑ voltar ao índiceVocê pode dar acesso a outras pessoas. Cada uma entra com o próprio e-mail e senha, e tudo que ela faz fica registrado com o nome dela no histórico.
O bloco Usuários do sistema fica quase no fim das Configurações — role a tela até o final. Se ele não aparecer para você, é porque seu perfil não é Administrador Geral.
Existem quatro perfis. A diferença que mais importa entre os três primeiros: o Operador não enxerga o seu lucro. Fora isso ele trabalha inteiro — cadastra cliente, cria contrato, cobra, dá baixa, e vê e ajusta a taxa de juros, que é o combinado com o cliente e ele precisa dela para trabalhar. O quarto, o Cobrador, é diferente dos outros três: ele enxerga menos que a sua carteira.
| Perfil | Vê o lucro e a aba Financeiro? | Cadastra usuários? | Para quem serve |
|---|---|---|---|
| Administrador Geral | Sim | Sim | Você, o responsável pela conta. É o único que monta a equipe — e a conta tem um só: o perfil não aparece na lista de escolha. |
| Administrativo | Sim | Não | Sócio ou pessoa de confiança que cuida das contas, mexe nos juros e nas mensagens e aprova os acordos da cobrança. |
| Operador | Não | Não | Quem trabalha na rua: cadastra, lança contrato, cobra e dá baixa — sem saber quanto sobra pra você. |
| Cobrador | Não | Não | Quem só corre atrás do atrasado. Vê apenas os contratos que você encaminhar para a cobrança, consulta a ficha e os documentos dos clientes, e propõe acordo — que só vale depois de aprovado. |
Três coisas, e só três: não abre a aba Financeiro, não vê o lucro em tela nenhuma, e não cadastra gente da equipe. O bloco de Juros padrão & lembretes nas Configurações também não aparece para ele — os juros ele ajusta contrato a contrato, não no padrão da empresa.
Os outros três veem a carteira inteira; a diferença entre eles é o lucro. O Cobrador não: a lista de contratos dele começa vazia e só recebe o que você mandar para a cobrança. Ele abre nessa lista já filtrada, e as abas de Calendário e Financeiro não existem para ele.
O que ele vê inteiro é o cliente: a ficha, o endereço, o telefone, o CPF e as fotos dos documentos de qualquer cliente da conta — é o que ele precisa para bater na porta certa. Cadastrar e editar cliente continua fora.
Vale saber, porque é uma decisão sua: um cobrador que sai da equipe teve acesso de leitura à base inteira enquanto trabalhou. Tirar o acesso corta na hora, e o histórico guarda quem fez o quê — mas o que ele leu, leu.
Na tela Usuários do sistema, role até o quadro Adicionar usuário, lá embaixo.
Não existe campo de senha: o sistema inventa uma senha segura sozinho, e a pessoa troca por uma dela na primeira entrada.
Assim que salvar, aparece um quadro verde: Usuário criado! Compartilhe esses dados de acesso, com o e-mail e a senha temporária escritos ali. Embaixo tem dois botões: Copiar acesso, que copia a mensagem pronta para você mandar por onde quiser, e Enviar no WhatsApp, que abre a conversa já com o texto dentro — com o endereço do sistema, o e-mail e a senha, cada um na sua linha, fáceis de copiar do outro lado. Se a pessoa não tiver telefone cadastrado, o WhatsApp abre com a mensagem pronta para você escolher o contato.
Essa senha temporária só aparece uma vez, nesse quadro. Se você sair da tela sem enviar nem anotar, não tem como ver de novo — a pessoa vai ter que usar o Esqueci minha senha para criar uma.
Na primeira entrada, a pessoa é obrigada a trocar essa senha por uma dela. A partir daí ela entra normalmente, e você não sabe a senha dela — nem precisa.
Na mesma tela, cada pessoa da equipe aparece num cartão com o nome, o e-mail e o selo do perfil. Embaixo do cartão ficam três botões lado a lado — Perfil, E-mail e Nova senha — e, mais abaixo, sozinho, Tirar acesso. Toque em Perfil: abre uma listinha com o perfil atual, escolha o novo e toque em Salvar perfil. Vale na hora, na próxima tela que a pessoa abrir.
O seu próprio cartão não tem esses botões: aparece só o seu perfil e a palavra (você). É proposital, para você não se rebaixar por engano e ficar sem conseguir voltar.
O caso mais comum é o mais bobo: o e-mail saiu com uma letra errada no cadastro e a pessoa nunca conseguiu entrar. Toque em E-mail no cartão dela, escreva o endereço certo e toque em Salvar e-mail. A partir daí é por ele que ela entra. A senha continua a mesma.
Se o e-mail novo já for usado por alguém no Quitas, o sistema recusa e explica. Não é implicância: um login pertence a uma conta só, e é isso que impede que o seu e-mail arraste você pra dentro da conta de outra empresa.
O seu próprio e-mail de entrada não tem esse botão. Uma letra errada no endereço que você usa pra entrar é você do lado de fora da sua conta, sem ninguém acima de você pra desfazer. Se precisar trocar o seu, fale com o Quitas.
Alguém esqueceu a senha e o Esqueci minha senha não resolveu — o e-mail não chega, foi pra caixa de spam, o endereço é antigo. Toque em Nova senha no cartão da pessoa e confirme. O sistema sorteia uma senha, mostra ela na tela uma vez só, e oferece os botões de Copiar acesso e Enviar no WhatsApp, iguaizinhos aos de quando você cadastra alguém.
A senha que sai daí é provisória. Quando a pessoa entrar com ela, o sistema para ela na tela de escolher uma senha dela antes de abrir qualquer outra coisa. Você entregou o acesso; a senha que vale a partir dali é só dela.
Se a pessoa lembrava da senha e estava usando, ela deixa de funcionar assim que você confirma — e não há como voltar atrás nem descobrir qual era. Por isso o sistema pergunta antes.
Apenas o Administrador Geral cadastra usuários e muda perfis. Quem for Administrativo ou Operador e tentar abrir essa tela é mandado de volta para as Configurações.
O perfil Administrador Geral é seu e não aparece na lista de escolha. É quem cadastra gente, muda perfil e corta acesso — inclusive o de quem lhe deu o perfil. Dois donos numa conta não são duas pessoas de confiança: são duas pessoas que podem se derrubar. Se a conta precisar mesmo trocar de responsável, fale com o Quitas.
Alguém saiu da equipe, ou você só quer cortar o acesso por um tempo. No cartão da pessoa, toque em Tirar acesso e confirme. Vale na hora — mesmo que ela esteja com o app aberto naquele momento, a próxima tela que tentar abrir devolve ela pro login.
Os contratos que ela lançou, as baixas que ela deu e o histórico continuam lá, no nome dela. É o que separa “essa pessoa não entra mais” de “essa pessoa nunca existiu” — e a segunda seria mentira, justamente no registro que você vai querer conferir depois.
Quem está sem acesso aparece na lista embaixo, no bloco Sem acesso, com o cartão apagado e o botão Reativar acesso. Reativar devolve tudo como estava, com a mesma senha de antes: tirar o acesso nunca troca a senha de ninguém.
Primeiro confira o que a tela dela mostra. Se aparecer “Seu acesso foi bloqueado”, a reativação não pegou: toque em Reativar acesso de novo. Se aparecer “E-mail ou senha incorretos”, aí é senha mesmo — e o cartão dela tem o botão Nova senha pra resolver na hora.
O seu próprio cartão não tem esse botão. Seria trancar a porta por dentro e jogar a chave fora: como só existe um Administrador Geral na conta, ninguém poderia desfazer.
Há dois jeitos, e eles servem a situações diferentes.
Serve para quem está na sua frente, ou para começar rápido e pedir os documentos depois. Na tela Clientes, toque no botão dourado “+”, no canto de baixo à direita. Abre a tela Novo cliente, com poucos campos:
Toque em Salvar cliente. O sistema abre a ficha dele — e é ali que está o próximo passo.
Cadastrando na mão, a ficha nasce sem documento nenhum. Na ficha recém-criada aparece o bloco Documentos do cadastro dizendo isso, e ali estão os dois caminhos para resolver.
O melhor deles é o link, e por um motivo que não é comodidade: a selfie segurando o documento é prova de vida, e ela só vale se a pessoa tirar na hora, no celular dela. É o botão dourado Pedir os documentos por link.
O outro é você anexar à mão, no fim do mesmo bloco, em Anexar documento à mão. Serve para o cliente que não consegue usar o link: idoso, analfabeto, ou quem simplesmente não se vira com formulário. Ele manda a foto ou o PDF pelo WhatsApp e você anexa. Vale foto e PDF, e está explicado em detalhe mais adiante, em Quando o cliente não consegue usar o link.
Pelo link, o caminho é este:
O link fica amarrado à ficha que você acabou de criar. O que o cliente mandar entra nela — não abre um segundo cadastro com o mesmo nome.
Se preferir não preencher nada e deixar tudo com ele, existe o outro caminho, logo abaixo.
O que o cliente preenche (tudo obrigatório, exceto o complemento):
| Bloco | Campos |
|---|---|
| Dados | Nome completo, telefone, CPF |
| Endereço | CEP (o sistema busca rua, bairro, cidade e estado sozinho), número, complemento (opcional) |
| Trabalho e contato | Profissão, onde trabalha, Instagram ou Facebook |
| Documentos | As fotos abaixo |
A cada foto, o celular mostra a imagem e pergunta se ficou boa: o cliente toca em ✓ Está boa ou ↻ Tirar outra. Sendo um PDF, a pergunta é se é o arquivo certo, e aparece o nome dele. Só depois do “está boa” a foto entra no envio — assim ninguém manda foto tremida sem perceber. No fim, o botão é Enviar cadastro.
Enquanto ele responde “está boa”, o quadro da foto fica amarelo e piscando, e o resto do formulário não aceita toque. É para não passar batido: a foto que ninguém confirma não é enviada, e o cliente descobria isso só no fim, quando o sistema recusava o envio por falta de um documento que ele jurava ter mandado.
Cada foto confirmada sobe na hora, uma por uma, e não no fim junto com o resto. Quer dizer que o cliente pode fechar a página, ficar sem sinal, receber uma ligação no meio ou continuar no dia seguinte, dentro das 24 horas do link: quando ele abrir de novo, o que já anexou continua lá, marcado como enviado.
É o que separa esse cadastro de um formulário comum. Quem preenche isso na rua, num 4G que vai e volta, perderia tudo no meio do caminho — e não tentaria de novo.
Se uma foto falhar ao subir, ela volta para a tela com o aviso de que não foi, esperando ele confirmar de novo. Nada some sem avisar.
Se o cliente demorar, o link para de funcionar e você precisa gerar outro — mesmo caminho, Clientes → 🔗 Convidar por link. Nada se perde: é só um link novo.
Na lista de clientes, quem está esperando aparece com um selo colorido no canto direito do cartão. Toque em Ver / editar para abrir a ficha. Lá dentro aparecem os dados preenchidos e, no bloco de documentos, quatro quadradinhos: Documento, Selfie, Comp. endereço e Comp. renda. Toque em cada um para ver a foto em tamanho grande.
Conferido tudo, você tem três botões:
Acontece, e não é defeito do seu olho: a foto pode estar no sistema sem estar na ficha. O caminho dela tem dois degraus, e o cliente só vê o primeiro.
Quem volta para corrigir uma foto costuma parar no degrau 1: troca a foto, lê Foto confirmada e fecha a página achando que acabou. A foto fica no sistema e não aparece na ficha. (A tela dele agora avisa, em amarelo, que falta enviar.)
Quando isso acontece, a ficha do cliente mostra no alto um bloco amarelo: O cliente mandou uma foto nova e não terminou o envio. Dentro dele você pode abrir a foto na hora e, se ela servir, tocar em Trazer a foto pra ficha — a foto nova passa a valer no lugar da antiga, sem depender de o cliente voltar.
O resto do cadastro não vem junto. Nome, telefone e endereço continuam como estão. Se o cliente também mudou algum desses, ele ainda precisa abrir o link e enviar.
| Selo | Quer dizer | O que fazer |
|---|---|---|
| Aguardando aprovação | O cliente enviou o cadastro e está esperando você | Abrir e aprovar, corrigir ou recusar |
| Correção pedida | Você pediu um ajuste e o link está aberto para ele | Esperar. Quando ele reenviar, volta para “Aguardando aprovação” |
| Documento pedido | Cliente já aprovado a quem você pediu um documento novo | Esperar o envio |
| N contr. ativos | Cliente aprovado, sem nada pendente | Nada — é o estado normal |
No alto da tela Clientes tem uma caixa Buscar por nome, telefone ou CPF. Digite qualquer pedaço — parte do nome, os últimos números do telefone — e aperte “ir” no teclado do celular.
A lista mostra 30 clientes por vez. Se você tiver mais, no fim aparece o botão Carregar mais clientes. Isso não é limite da sua conta: é só para o celular não travar carregando centenas de cartões de uma vez.
Em cada cartão de cliente pode aparecer a palavra Reputação com estrelas. Elas são calculadas sozinhas, pela pontualidade dele: quantas parcelas ele pagou em dia contra quantas pagou atrasado. Cliente novo, sem histórico, não tem estrela ainda. Não dá para editar nem forçar — é o retrato do que aconteceu.
Abra Ver / editar. Os mesmos campos do cadastro na mão ficam disponíveis para você corrigir um telefone, um endereço, uma observação. Isso não mexe nos documentos nem reabre o link para o cliente — é só a sua ficha.
Mais abaixo, a ficha traz o Histórico de contratos daquele cliente: todos os contratos que ele já teve, com o selo da situação de cada um e o lucro. Toque em qualquer um para abrir. E, no fim de tudo, Excluir cliente da base, que pede confirmação e remove o cadastro de vez.
Continuam na ficha, para sempre. Abra Clientes → Ver / editar e role até o bloco de documentos: os quatro quadradinhos seguem lá, mesmo anos depois. É o que você abre quando precisa saber quem é a pessoa de verdade.
Os arquivos ficam num depósito fechado. Cada vez que a ficha abre, o sistema cria um endereço temporário para cada foto, válido por 1 hora. Isso é de propósito: se alguém copiar aquele endereço e mandar para outra pessoa, ele já não abre mais nada. Para ver a foto de novo, é só abrir a ficha outra vez.
Cliente mudou de endereço, trocou de emprego, o comprovante ficou velho. Na ficha dele, no bloco de documentos, toque em Pedir documento atualizado — é o mesmo botão que, num cadastro que ainda não tem documento nenhum, aparece escrito Pedir os documentos por link. Abre uma caixa O que o cliente precisa enviar? — escreva com clareza, porque esse texto aparece na tela dele. Exemplo: “mudou de endereço, precisamos de um comprovante de endereço atualizado”.
Toque em Abrir pedido. O sistema gera o link e mostra o botão de enviar pelo WhatsApp ou copiar. A ficha passa a exibir Aguardando o cliente, e o cliente ganha o selo Documento pedido na lista.
Ele anexa só o que mudou — os outros documentos continuam valendo e aparecem marcados como Já enviado — toque pra trocar. Quando ele envia, a ficha volta sozinha para aprovada e o aviso chega para você.
Mudou de ideia antes de o cliente enviar? Toque em Cancelar pedido e fechar o link, no mesmo bloco. O link morre na hora.
O link fica morto o tempo todo. As únicas coisas que o reabrem são um pedido de correção ou um pedido de documento novo — e por 24 horas. Ninguém reescreve a ficha de um cliente aprovado sem você mandar.
Tem um atalho também: na tela Clientes, cada cartão traz o botão + Novo contrato — por ele o cliente já vai escolhido, e você pula direto para o valor.
| Campo | O que colocar |
|---|---|
| Cliente | Comece a digitar o nome e toque no que aparecer na lista. Se der Nenhum cliente com esse nome, é porque ele ainda não está cadastrado (capítulo 6). |
| Data inicial | A data do primeiro vencimento, não a data do empréstimo. Vem com a data de hoje. |
| Valor emprestado (R$) | Só o dinheiro que sai da sua mão. Sem juros — o sistema soma sozinho. |
| Juros (%) | Já vem com o padrão das Configurações. Sobre o total, não por parcela: R$ 1.000 a 30% = R$ 1.300 a receber. |
| Periodicidade | De quanto em quanto tempo vence: Diária, Semanal, Quinzenal, De 10 em 10 dias ou Mensal. |
| Qtd. de parcelas | Em quantas vezes. O total a receber é dividido por esse número. |
| Juros por atraso (%/dia) | Já vem com o padrão. É por dia de atraso, aplicado só na hora da baixa. Vai de 0 a 100 — número negativo o sistema recusa, porque daria desconto a quem atrasa. |
| Observação | Anotação sua sobre o combinado. O cliente não vê. |
Conforme você digita, o quadro claro no fim da tela mostra Valor emprestado, Total a receber e Lucro previsto, e o bloco Parcelas geradas desenha cada vencimento com seu valor. Confira ali antes de salvar — depois de salvo dá para editar, mas é mais trabalho.
O botão de gravar, no fim de tudo, é Salvar contrato.
Salvar contrato só acende quando há um cliente escolhido, um valor e uma quantidade de parcelas. Faltando um dos três, ele fica cinza e não responde ao toque.
Duas caixinhas controlam se pode vencer no sábado e no domingo: Vencimento aos sábados e Vencimento aos domingos. Vêm marcadas — marcado significa “pode vencer nesse dia”. Se você desmarcar, a parcela que cairia ali é empurrada para o dia seguinte, e a lista de parcelas se redesenha na hora para você conferir.
A última caixinha é Incluir nos lembretes diários de WhatsApp (envio manual). Marcada, esse contrato entra na lista de cobranças do dia. Desmarque para clientes com quem você prefere falar de outro jeito — o contrato continua normal em todo o resto.
Contrato salvo nasce aguardando aprovação. Enquanto o cliente não responder, ele não entra no calendário nem no financeiro, e não aceita baixa.
Dentro do contrato existe o bloco Link do cliente, com 📋 Copiar link e Enviar no WhatsApp. Por esse link o cliente acompanha as parcelas, vê o que já pagou e copia sua chave Pix — durante o contrato inteiro, não só na aprovação.
Fechou na conversa, sem link? Use Aprovar manualmente (acerto presencial). O contrato passa a valer na hora, e o link continua disponível para o cliente acompanhar.
A tela do cliente mostra as parcelas, as datas, os valores e a porcentagem de juros por atraso. Ela não mostra a porcentagem de juros do empréstimo.
E se o cliente recusar por engano? O contrato fica com um quadro vermelho e o botão Reenviar para aprovação. Toque nele e o contrato volta a esperar — o link é o mesmo de antes, não precisa mandar outro.
Logo abaixo da procura tem uma linha que diz o filtro que está valendo, por exemplo Todos · Todo período, com Filtrar à direita. Toque nela e o painel abre com todos os botões de Vencimento e Status. Escolha um e o painel fecha sozinho, já com a lista atualizada.
Porque são onze botões, e eles ocupavam cinco linhas de tela para responder uma pergunta que quase nunca muda: quase sempre é "Todos, todo período", que é como a tela já abre. Recolhidos, sobra espaço para o que interessa, que são os contratos. A linha do painel sempre diz o filtro atual, então você nunca fica sem saber por que a lista está curta.
No alto da tela de Contratos, acima dos filtros, tem o campo Procurar pelo nome do cliente. Digite o nome (ou só o começo dele) e toque em Buscar. Não precisa acertar maiúscula e minúscula, e não precisa escrever o nome inteiro: procurar por tha acha "Thalia" e "Tathiana".
A procura anda junto com os filtros: se você estava em "Vencido" e procura um nome, continua vendo só os contratos vencidos daquela pessoa. Troque o filtro que a procura continua valendo, e o botão Limpar, ao lado do nome procurado, devolve a lista inteira.
Confira como o nome está escrito na ficha do cliente. A procura olha o nome cadastrado, e acentos contam: se o cadastro diz "Thália" e você procura "Thalia", não acha. Procurar um pedaço menor, sem a letra acentuada, resolve.
Os contratos aparecem por vencimento: o que vence antes vem antes, porque a lista é a fila de cobrança do dia.
Com uma exceção: no filtro Todos, os contratos Aguardando aprovação vão para o topo. Eles não têm vencimento para comparar e ficariam no fim de uma lista longa, e são justamente os que dependem de uma ação sua: mandar o link de novo, ou aprovar no acerto presencial. Contrato parado esperando aprovação é dinheiro que não saiu.
Depois da lista de parcelas aparece a linha EDITAR CONTRATO com a palavra Editar em dourado, à direita. Toque nela e o formulário se abre ali mesmo; tocando de novo (agora escrito Ocultar) ele fecha.
O que dá para mudar:
Parcelas já pagas ficam como estão — valor, data e tudo. A edição só alcança o que ainda está em aberto. Se você precisa desfazer um recebimento, o caminho é Reverter baixa (capítulo 8), não a edição.
Errou na hora de criar e o contrato saiu 1x quando devia ser 3x, ou mensal quando o combinado era quinzenal? Dá para corrigir, e sem apagar nada: no bloco Editar contrato aparecem os campos Periodicidade e Número de parcelas. Mudar qualquer um dos dois refaz o cronograma inteiro, a partir da data de início, do mesmo jeito que ele teria nascido se você tivesse acertado de primeira.
Se o contrato já tem qualquer parcela recebida, os dois campos somem e no lugar aparece o motivo. Não é implicância: refazer o cronograma joga fora as parcelas antigas, e junto com elas iria a data do pagamento, o valor recebido e o juro de atraso que você cobrou. Nesse caso continua dando para ajustar as datas e os valores das parcelas em aberto, logo abaixo, que é o que resolve quase tudo.
A régua é ninguém pagou, e não "está aguardando aprovação": contrato já aprovado pelo cliente, mas ainda sem nenhuma parcela recebida, também pode ser corrigido.
As datas ajustadas à mão voltam ao calculado, porque as parcelas a que elas se referiam deixaram de existir. Ajuste de novo depois de salvar, se precisar.
E se o cliente já tinha aprovado, o que ele aprovou mudou. O sistema avisa isso na própria tela: vale mandar o link de novo para ele conferir.
O bloco Editar contrato mexe no contrato inteiro: mudar o valor ou os juros ali reparte o total de novo entre todas as parcelas em aberto, todas iguais. Serve para corrigir o combinado geral, e não serve para “a terceira vai ser R$ 500 e o resto fica”.
Para isso, embaixo de cada parcela em aberto tem Editar esta parcela. Abre um formulário com dois campos — valor e vencimento — e mexe só naquela. As outras não se movem.
Como o total a receber é a soma das parcelas, mudar uma muda o total. O formulário mostra isso enquanto você digita: “Total a receber: R$ 1.300,00 → R$ 1.400,00 (+R$ 100,00)”. Você vê o resultado antes de confirmar, em vez de descobrir depois.
O valor emprestado não muda: quem emprestou o dinheiro já emprestou. O que muda é o que volta — por isso o lucro e a porcentagem de juros do contrato são recalculados junto, para continuarem batendo com o cronograma.
É o “me dá mais um mês” do cliente. Logo abaixo do título PARCELAS, antes da primeira parcela, tem o botão Adicionar parcela: ele acrescenta uma parcela no fim do cronograma, e o valor dela entra no total a receber — não é descontado das outras.
O botão fica em cima, mas a parcela nasce no fim do cronograma. O formulário diz isso na primeira linha (“Parcela 4, no fim do cronograma”).
A data já vem preenchida seguindo o ritmo do contrato (mensal, quinzenal, semanal, diário), e o valor vem igual ao da última parcela. Os dois são só sugestão: mude à vontade antes de confirmar, porque “mais um mês” quase nunca cai no dia que o calendário calcula.
Parcela já recebida não se edita: o valor dela virou histórico junto com a data do pagamento e o juro de atraso cobrado. Para mexer, reverta a baixa antes.
E contrato quitado, recusado pelo cliente ou já renovado não aceita nem edição de parcela nem parcela nova. A tela diz qual é o caso, no lugar dos botões.
Contrato aguardando aprovação aceita, sim — é justamente a hora de acertar, antes de o cliente aprovar. Se ele já tinha aprovado, o que ele aprovou mudou: vale mandar o link de novo para conferir.
O contrário de adicionar. No cartão da parcela, ao lado de Editar esta parcela, tem Remover — em vermelho, porque ele pergunta antes e não tem volta.
Antes de confirmar, a tela diz o que vai acontecer com o número que interessa: “o total a receber cai de R$ 1.400,00 para R$ 1.050,00”. O valor da parcela removida não é dividido entre as outras: quem remove está perdoando aquele pedaço. Se a ideia for empurrar o valor pras seguintes, o caminho é editar cada uma.
As parcelas que vêm depois são renumeradas: tirando a 3 de cinco, a 4 vira 3 e a 5 vira 4. É para o cliente não abrir o link dele e ver “Parcela 1, 2, 4, 5” e perguntar onde foi parar a 3.
Um contrato sem parcela nenhuma não cobra nada, não vence nada e não fecha sozinho — fica aberto e mudo na sua lista. Quando sobra uma só, o botão some. Para encerrar o contrato, dê baixa nela ou use Excluir contrato.
Parcela já recebida também não sai: apagar um pagamento não deixa rastro nenhum. Reverta a baixa antes, se for mesmo o caso.
No fim da tela do contrato tem Excluir contrato.
O caso comum é o contrato que o cliente nunca aprovou e ficou parado na lista. Esse não tem pagamento, não entra no financeiro nem no calendário: sai com um toque, e não há nada a perder. E não tem prazo: sai hoje, e sai daqui a um ano.
Depois que o cliente aprova, o contrato pode ser excluído por 24 horas. É a janela para consertar o que se percebe no mesmo dia: valor errado, cliente errado, contrato criado duas vezes.
Passado esse prazo, o botão de confirmar some e a tela explica por quê. Aprovação é o cliente dizendo sim, e o dinheiro já saiu: apagar deixaria de ser conserto. Se o contrato não vale mais, o caminho é dar baixa ou registrar a quitação, que deixa o rastro do que aconteceu.
Apagar um contrato com parcela paga apaga também o registro de que aquele dinheiro entrou, e o seu financeiro do mês passa a mostrar outro número. Não tem desfazer.
Por isso, nesse caso, o sistema pede que você digite o número do contrato antes de confirmar. Não é para dificultar: é para obrigar a olhar qual contrato está sendo apagado.
O que não se perde é o histórico. As linhas de Histórico de atividades continuam lá, com data, hora e o nome de quem fez cada coisa, inclusive a exclusão, com o valor que foi apagado escrito nela. Some o contrato, não a memória de que ele existiu.
No fim da tela do contrato tem o bloco Histórico: cada baixa, cada edição, cada cobrança enviada, com data, hora e o nome de quem fez. É a memória daquele contrato — útil quando o cliente diz “eu paguei” e você quer conferir. Parcela editada e parcela adicionada entram lá também, com o valor de antes, o de depois e o efeito no total.
↑ voltar ao índiceAbra o contrato e role até o bloco PARCELAS. Cada parcela é um cartão com o número, a data, o valor e um selo de situação. Nas que ainda estão em aberto, à direita do valor, aparece o botão verde Dar baixa. Toque nele e o formulário se abre dentro do próprio cartão, com três coisas para conferir.
As parcelas que ainda esperam dinheiro ficam em cima, da mais atrasada para a que vence depois — é a ordem de cobrar. Depois delas vem uma linha escrita JÁ BAIXADAS, e dali para baixo ficam as que você já recebeu, na ordem do cronograma: ali embaixo elas são o histórico do que entrou.
A linha só aparece quando existem as duas coisas. Em contrato novo, sem nenhuma baixa, e em contrato já quitado, não há o que separar.
Por isso a lista pode sair 9, 10, 11, 12, 1, 2... num contrato meio pago, e está certo: o número de cada parcela continua escrito no cartão para você conferir com o papel. Num contrato de doze parcelas, é o que evita rolar a tela inteira atrás da parcela do dia com o cliente esperando.
Na lista de contratos, cada cartão tem dois botõezinhos redondos: o verde do WhatsApp (abre a cobrança pronta) e o dourado com um ✓, que é a baixa rápida — leva direto para a parcela do dia com o formulário já aberto.
Confirmado tudo, o botão é Confirmar baixa. Ao lado dele, Cancelar fecha o formulário sem gravar nada.
| Selo | Quer dizer |
|---|---|
| No prazo | Ainda não venceu |
| Vence hoje | É hoje o dia |
| Vencida | Passou da data e não foi paga — daqui já corre juros por atraso |
| Quitada | Paga por inteiro |
| Só juros | O cliente pagou apenas os juros; o resto virou “valor a renovar” (capítulo 9) |
Depois de baixada, a parcela passa a mostrar em letras pequenas quanto entrou e em que dia — por exemplo R$ 315,00 em 12/09/2026 (+R$ 15,00 juros).
O botão verde fixo no rodapé do contrato, Dar baixa no contrato (quitar tudo), baixa todas as parcelas em aberto de uma vez. Serve para quando o cliente aparece e paga tudo o que falta.
Ao tocar, o formulário pede:
O botão de confirmar aqui chama Confirmar quitação.
Feito isso, o contrato passa a mostrar no rodapé Contrato quitado em ..., com a data do fechamento, e some das cobranças.
Confirmada a baixa — de uma parcela ou do contrato inteiro —, o sistema volta para o contrato, na mesma lista de parcelas de onde a baixa saiu, e não para a tela inicial. O recado verde em cima diz o que foi gravado.
É de propósito: quem paga uma parcela atrasada quase sempre paga a seguinte na mesma hora, e a parcela que acabou de ser baixada já desceu da lista — a próxima a receber está no topo, esperando.
Toda parcela baixada mostra, embaixo do valor recebido, o botão vermelho Reverter baixa. Ele pede uma confirmação (Sim, reverter) e devolve a parcela para “em aberto”; o valor sai do Financeiro. Tudo fica registrado no histórico do contrato, com quem fez e quando.
| O que a tela diz | Motivo | Saída |
|---|---|---|
| Aguardando aprovação do cliente pra poder dar baixa | O contrato ainda não foi aprovado | Mande o link, ou use Aprovar manualmente (capítulo 7) |
| Contrato quitado | Não há mais parcela em aberto | Nada a fazer |
| Contrato renovado | O valor virou um contrato novo | A cobrança agora é no contrato novo |
| Todas as parcelas resolvidas — gere a renovação | Sobrou “valor a renovar” | Capítulo 9 |
Acontece direto: o cliente não tem o valor da parcela inteira e paga só os juros. O dinheiro dele continua com você, e a dívida não anda. O Quitas trata isso sem virar bagunça.
A renovação foi acertada na conversa em que ele pagou os juros, com ele na sua frente. Pedir que ele abra um link depois para confirmar o que acabou de combinar é burocracia sem ninguém do outro lado — por isso o aviso já traz o botão de aprovar direto.
Se preferir mandar o link mesmo assim, ele continua no contrato novo, como em qualquer outro contrato.
Dá para sair sem aprovar. O Depois, o X e um toque fora do aviso fecham a tela, e a renovação fica aguardando — você aprova quando quiser, abrindo o contrato. Fechar o aviso não aprova nada.
Contrato de R$ 1.000 a 30%, R$ 1.300 em duas parcelas de R$ 650: uma em 01/09 e outra em 15/09.
No dia 01/09 o cliente paga só os R$ 150 de juros. Nasce o contrato de renovação com uma parcela de R$ 650 para 01/10. No dia 15/09 ele paga só os juros da segunda: o mesmo contrato de renovação ganha outra parcela de R$ 650, para 15/10.
No fim, o contrato de renovação tem duas parcelas de R$ 650 (01/10 e 15/10) — R$ 1.000 emprestados e R$ 1.300 a receber, igualzinho ao que o contrato anterior era.
Mesmo que o cliente pague só os juros em cinco parcelas seguidas, isso não vira cinco contratos. Todas entram no mesmo contrato de renovação, cada uma com o seu vencimento um mês à frente — mesmo que a segunda role semanas depois da primeira.
A parcela rola sempre para o mesmo dia do mês seguinte, qualquer que seja a frequência do contrato. Num contrato quinzenal que vence dia 01/09, a parcela rolada vence 01/10, e não 16/09: o juro que você cobra para rolar é mensal.
Quem vence dia 31 rola para o último dia do mês seguinte (28, 29 ou 30), e não escorrega para o dia 03 do mês depois.
Reverter desfaz as duas pontas: a parcela volta a ficar em aberto aqui, e a parcela que ela criou no contrato de renovação é apagada. Era a única de lá? O contrato de renovação some junto.
Se a parcela lá já tiver recebido baixa, o sistema recusa e diz em qual contrato mexer primeiro. Apagar uma parcela que já recebeu dinheiro seria jogar fora o registro de um pagamento.
Quando todas as parcelas do contrato antigo estiverem resolvidas, ele fica marcado como Renovado. Ele não foi quitado, e por isso não entra no relatório como se tudo tivesse sido recebido. Daí em diante as parcelas dele ficam fechadas: quem precisa mexer no que ficou devendo mexe no contrato de renovação.
Ao usar Dar baixa no contrato (quitar tudo), existe a opção Renovar contrato — cria um contrato novo com o mesmo valor para o período seguinte, com as datas que você escolher.
Na lista de contratos, cada parcela que vence amanhã, vence hoje ou está vencida tem um botão redondo verde com o desenho do WhatsApp. Toque nele e o WhatsApp abre com a mensagem pronta, na conversa com aquele cliente.
A mensagem sai do modelo que você escreveu nas Configurações, com os dados já trocados:
| Você escreve | O cliente recebe |
|---|---|
| {nome} | Maria |
| {valor} | R$ 325,00 |
| {data} | 06/09/26 |
Sua chave Pix é adicionada no fim da mensagem automaticamente. Você lê, ajusta se quiser, e aperta enviar. Todo envio fica registrado no histórico do contrato.
Na lista e nos avisos, o botão verde cobra a próxima parcela — quem escolhe é o sistema. Dentro do contrato quem escolhe é você: cada parcela em aberto tem o seu próprio botão verde, ao lado do Dar baixa.
É o que resolve o caso de cobrar uma parcela de trás, ou de combinar um adiantamento da parcela que ainda vai vencer. O texto sai do modelo certo para a situação daquela parcela: vencida, vence hoje, vence amanhã, ou — quando ela ainda está longe — um lembrete simples dizendo a data.
Parcela já paga não tem botão de cobrar. Mandar cobrança para quem já pagou é o pior erro que essa tela pode cometer, e ele não teria volta: a mensagem já saiu.
Contrato ainda esperando aprovação também não. A mensagem combinaria um valor que o cliente ainda não aceitou — é a mesma regra que já impede dar baixa antes da aprovação.
Quando o WhatsApp já não resolve, o contrato pode ir para a cobrança: alguém da equipe vai atrás do cliente e negocia. Dentro de um contrato com parcela vencida aparece um bloco vermelho com o botão Enviar para cobrança.
Nada muda no valor por causa disso. O contrato continua aberto, continua no calendário e no financeiro, e as parcelas seguem as mesmas. O que muda é quem enxerga: a partir daí o contrato passa a aparecer para quem tem o perfil Cobrador, que fora isso não vê carteira nenhuma.
O botão não aparece em contrato em dia nem em contrato que o cliente ainda não aprovou. Cobrança é para o que passou da data.
Para trazer de volta, o mesmo bloco tem Tirar da cobrança. Se houver um acordo esperando aprovação, ele é cancelado junto.
Se quem está negociando é você, o Administrativo ou o Operador, o botão Fazer um acordo aparece direto no contrato vencido, sem precisar encaminhar nada. Encaminhar continua existindo para quando quem negocia é o cobrador — e, para ele, o acordo só aparece depois do encaminhamento, porque é o encaminhamento que entrega o contrato a ele.
Quem negocia com o cliente registra o combinado em Fazer um acordo: o total, em quantas vezes, a data da primeira, o ritmo e a forma de pagamento (Pix, dinheiro, transferência, cartão ou boleto). O sistema monta as parcelas, e ele ajusta a linha que precisar.
Enquanto isso, o contrato não muda em nada. O acordo fica como proposto, e quem responde pela conta (Administrador Geral ou Administrativo) vê no contrato o combinado inteiro, com uma linha que diz o que ele faz com a dívida: abre mão de parte do que está devido, mesmo valor, só o prazo muda, ou cobra mais do que está devido hoje, com o número ao lado.
Quando o cobrador manda um acordo, o aviso chega no seu celular e o acordo aparece no sininho, no topo dos avisos, com o nome de quem propôs. Ele fica lá até alguém decidir — não some com o tempo, como as outras novidades. Vai para o Administrador Geral, o Administrativo e o Operador; o cobrador não recebe aviso do que ele mesmo mandou.
Isso importa porque, do outro lado, tem gente parada esperando: o cobrador está com o cliente na frente e não consegue fechar nada até a resposta.
Aprovar acordo é o que faz o combinado virar dívida: as parcelas em aberto dão lugar às do acordo, e o total a receber passa a ser a soma delas. As parcelas já pagas não são tocadas. Recusar pede o motivo, e o cobrador lê esse motivo na tela dele para voltar a negociar.
Um acordo mexe em quanto o cliente deve, e quem fecha o acordo é quem está na rua, com pressa de fechar. Aprovar custa um toque e é o único jeito de um desconto não sair sem você ficar sabendo.
O Quitas nunca manda mensagem no seu lugar. Ele monta o texto e abre o WhatsApp — o dedo é sempre seu.
A tela Contratos tem duas fileiras de botõezinhos (chamados de “chips”) logo abaixo dos três quadradinhos do topo. Eles funcionam juntos: você pode escolher um de cada fileira.
| Fileira | Opções | Para quê |
|---|---|---|
| Vencimento | Todos · Vence essa semana · Vence no mês · Escolher período | Filtra por quando cai o próximo vencimento. Escolher período abre dois campos de data. |
| Status | Todos · Em Aberto · Vencido · Aguardando · A renovar · Recusado · Quitado | Filtra pela situação do contrato. A tela já abre em Todos, para que quem está atrasado apareça de cara. Em Aberto mostra só o que ainda não venceu, e Vencido só os atrasados. |
Para a cobrança do dia, o mais usado é Vencido — traz quem já passou da data. Aguardando mostra os contratos que estão parados esperando a aprovação do cliente, e A renovar mostra o caso mais fácil de esquecer: contratos que já resolveram todas as parcelas mas têm valor esperando virar contrato novo.
A lista mostra 30 contratos por vez, com um botão de carregar mais no fim. Cada cartão traz o nome do cliente, a periodicidade, qual parcela é a próxima, o valor, o selo da situação e — nos vencidos — quantos dias de atraso e quanto de juros já correu.
↑ voltar ao índiceUm mês inteiro de vencimentos numa tela. Cada dia com parcela ganha uma bolinha colorida:
Toque num dia e, logo abaixo do quadro do mês, aparece a lista de quem vence naquele dia: nome do cliente, qual parcela é (por exemplo Parcela 3/5) e o valor. Toque em qualquer um para abrir o contrato e dar baixa. Se não houver nada, ele diz Nenhum vencimento neste dia.
Para trocar de mês, use as setinhas ‹ › ao lado do nome do mês, no alto do quadro. Ao entrar, o calendário já abre no mês atual com o dia de hoje selecionado.
O calendário mostra só contratos valendo: aprovados e ainda em aberto. Quitado e aguardando aprovação não aparecem.
↑ voltar ao índiceÉ o relatório do dinheiro. Só o Administrador Geral e o Administrativo enxergam esta aba — para o Operador, ela nem aparece na barra de baixo.
Os dois primeiros cartões não obedecem ao filtro de período, e isso é de propósito: eles respondem "o que existe agora", que é a pergunta que não tem data. Um contrato de doze parcelas fica picado entre os meses, e a parcela que venceu e não foi paga sairia do relatório do mês seguinte — ou seja, o dinheiro atrasado seria justamente o que some.
| Número | O que significa |
|---|---|
| Na rua | Todo o dinheiro que está com os seus clientes agora. Embaixo, quantas parcelas estão em aberto e quanto ainda espera renovação. |
| Em atraso | Quanto venceu e não foi pago, e quantas parcelas são. Fica vermelho quando existe; quando não existe, diz "nenhuma parcela vencida sem pagar". |
| Entra esta semana | O que vence nos próximos sete dias, com quantas parcelas são, e até que data. É o número de toda segunda-feira: com quanto você pode contar pra pagar as suas contas antes do fim de semana. A parcela que vence HOJE entra aqui, e não no atraso — a pessoa tem o dia inteiro pra pagar. |
| Retorno da carteira | Quanto a sua carteira rende, em porcentagem: para cada R$ 100 emprestados, quanto volta de juro. É a divisão entre as duas metades do "na rua" — o que é seu e o que é juro —, que antes ficava por sua conta. Com nada emprestado, ele escreve "sem carteira" em vez de 0%: zero por cento pareceria um negócio ruim quando não é negócio nenhum. |
| Valor médio por contrato | A média do valor cheio dos contratos abertos e já aprovados pelo cliente: o que você emprestou mais o lucro, dividido pela quantidade. Embaixo do número, as duas metades aparecem separadas. É o tamanho do contrato que você costuma fazer, e por isso soma o lucro: emprestar mil a 30% e mil a 100% sai igual do bolso, e são contratos bem diferentes. Repare que não é o "na rua" dividido pelos contratos: aquele desconta o que já foi pago e encolhe a cada baixa, este só muda quando um contrato nasce ou encerra. Contrato esperando aprovação fica de fora, porque esse dinheiro ainda não saiu do seu bolso. |
Logo abaixo dos cartões, um bloco divide tudo o que está na rua em quatro prazos: já venceu, até 7 dias, até 30 dias e depois de 30 dias. Cada um vem com o valor e com quantas parcelas são, e a barra mostra o tamanho de cada prazo dentro do total.
É a pergunta que nenhum outro número da tela responde. Duas carteiras com o mesmo "na rua" podem ser negócios completamente diferentes: uma volta inteira este mês, a outra só no ano que vem. A primeira paga as suas contas; a segunda, não. Este bloco também não obedece ao filtro de período — ele olha pra frente, a partir de hoje.
| Número | O que significa |
|---|---|
| Emprestado no período | Quanto saiu do seu bolso nos contratos que começaram nessas datas. Renovação não conta de novo — é o mesmo dinheiro rolando. |
| Recebido no período | Tudo o que entrou. Embaixo do total vêm as duas metades: quanto é o seu dinheiro voltando e quanto é lucro. |
| Lucro previsto | O que ainda está para entrar: o lucro das parcelas que vencem no período e ainda não foram pagas. Ele diminui conforme você dá baixa, e o que sai daqui aparece no Lucro recebido ao lado. Contrato já quitado não entra — aquele dinheiro já entrou. |
| Lucro recebido | O que já entrou. Contado pelo dia em que o cliente pagou, não pelo dia do vencimento. |
| A receber no período | Parcelas do período ainda em aberto, com quantas são. |
| Inadimplência | A porcentagem, com as duas contas que a formam: quanto está em atraso de quanto já venceu. Se nada do período chegou na data ainda, ele diz isso em vez de mostrar 0%. |
No fim da tela, depois do gráfico, vem a lista contrato por contrato: o lucro de cada um em dourado, o valor emprestado e os juros. A lista traz os 30 mais recentes; para alcançar um mais antigo, toque em Carregar mais contratos no fim da página — e ele passa a aparecer também na lista de filtro lá de cima.
Logo abaixo do título tem quatro botões: Mês atual, Semana atual, Todo período e Escolher período. O último abre dois campos de data (De e Até) e um botão OK.
Abaixo deles há um segundo filtro: Filtrar por contrato específico. Escolha um contrato na lista e toque em Filtrar para ver os números só daquele empréstimo — útil para conferir uma conta com o cliente. Para voltar, escolha Todos os contratos.
No fim da tela, um gráfico dos últimos seis meses com duas barrinhas por mês: a azul é o previsto, a dourada é o recebido. Quando a dourada fica bem menor que a azul num mês, é sinal de atraso concentrado ali.
Filtre por aquele contrato específico e mostre a tela: aparecem só os números daquele empréstimo, sem o resto da sua carteira junto.
Se um cliente paga adiantado uma parcela que vencia no mês que vem, o dinheiro entrou hoje. Contar pelo vencimento faria o lucro do mês parecer menor do que foi.
O sininho fica ao lado do círculo com as suas iniciais. A bolinha vermelha em cima dele mostra quantas novidades existem desde a última vez que você abriu a tela de avisos. Ele avisa sobre cinco coisas:
O número zera quando você abre a tela. A lista, porém, continua mostrando tudo que está pendente: uma parcela vencida não some só porque você já a viu ontem — ela sai quando for paga.
Nos avisos de vencida, vence hoje e vence amanhã, cada cartão traz os mesmos dois botões redondos da lista de contratos: o verde monta a cobrança no WhatsApp e o dourado com um ✓ abre a baixa rápida daquela parcela. O texto sai do modelo certo para cada situação — são os três que você escreve nas Configurações (capítulo 4).
É para isso que esta tela serve: você chega aqui para ver o que precisa cobrar hoje e cobra daqui mesmo, sem voltar e procurar o contrato na lista. O toque no resto do cartão continua abrindo o contrato.
Aprovações e recusas ficam na tela por 7 dias. Depois disso já foram vistas e vivem na lista de contratos, que tem filtro e histórico completo.
Com o app instalado, o Quitas pode avisar mesmo com ele fechado:
Nesse bloco você tem Autorizar neste aparelho (na primeira vez o celular pergunta se permite notificações — responda que sim), Enviar teste, para conferir que chega, e um botão Ligar avisos / Desligar avisos, que vale para todos os seus aparelhos de uma vez.
Cada aparelho precisa ser autorizado separadamente — celular e tablet são dois. E se você recusou a permissão sem querer, o navegador não pergunta de novo: é preciso liberar as notificações do site nos ajustes do próprio celular.
É a memória do sistema inteiro. Toda ação que mexe em dinheiro ou em cadastro fica registrada aqui com quem fez, o que fez e quando: contratos criados e editados, baixas, baixas revertidas, renovações, aprovações, cobranças enviadas.
Serve para duas coisas no dia a dia. A primeira é resolver dúvida honesta: “essa parcela foi baixada ou não?”. A segunda é ter clareza quando mais de uma pessoa mexe no sistema — cada linha tem o nome de quem fez, e ninguém precisa lembrar de cabeça.
O histórico de um contrato só fica mais à mão: abra o contrato e role até o bloco Histórico, no fim da tela. Esta tela das Configurações é a visão geral, de tudo e de todos.
O histórico não tem botão de excluir, de propósito. Um registro que pode ser apagado não serve de registro. Se algo foi feito errado, o certo é desfazer a ação (reverter a baixa, por exemplo) — e isso também fica gravado, junto com o erro. O caminho inteiro fica visível.
O Quitas vira um aplicativo na sua tela inicial, com ícone próprio e sem barra de navegador. Instalado, ele abre mais rápido, ocupa a tela inteira, e é o único jeito de ter os avisos no celular e a trava por digital.
O passo a passo é o mesmo nos dois, e ele se ajusta sozinho ao aparelho: quem abre no iPhone lê as instruções do iPhone, quem abre no Android lê as do Android.
Na maioria dos celulares o próprio Chrome oferece: aparece uma faixa em cima escrita Instalar o Quitas, e é só tocar em Instalar. Quando a faixa não aparece, o caminho é pelo menu do navegador.
No Samsung Internet — o navegador que já vem no aparelho — a instalação está com defeito, e o defeito é dele. Você consegue chegar até o fim, e aí o Google Play Protect aparece com "App de risco bloqueado", dizendo que o app foi criado para uma versão mais antiga do Android. Nem tocando em Instalar assim mesmo resolve: no fim sobra um atalho, que é um favorito com cara de ícone.
O motivo não está no Quitas. Instalar um site no Android não é guardar um favorito: o navegador manda os dados do site pro servidor dele, que monta um aplicativo Android de verdade. Cada navegador tem o seu servidor, e o da Samsung monta esse aplicativo declarando uma versão do Android velha demais — do Android 14 pra cá o próprio sistema recusa. O mesmo endereço no Chrome instala normalmente.
Então o caminho no Samsung é: copie o endereço, abra o Chrome, cole lá, e siga o passo a passo dos três pontinhos. A tela de instalação dentro do app já faz isso sozinha quando percebe que você está no Samsung Internet.
O sistema reconhece o seu navegador sozinho: o passo a passo dentro do app já vem com o caminho certo. Estão cobertos o Chrome, o Samsung Internet, o Firefox, o Edge, o Opera, e os navegadores que vêm de fábrica nos aparelhos Xiaomi, Vivo, Oppo, Realme e Huawei. Um navegador que o sistema não conhecer recebe o caminho genérico, com os lugares onde o menu costuma estar e as palavras que a opção costuma ter.
O Opera Mini monta as páginas nos servidores da Opera para economizar dados, e o que chega ao celular não é um site instalável. O DuckDuckGo do Android também não tem essa função. Nos dois, o sistema avisa e oferece o endereço para você colar no Chrome.
Ali não dá para instalar, em celular nenhum: aquela janelinha não é um navegador completo e não tem a opção. Toque nos três pontinhos dela e escolha Abrir no navegador, ou copie o endereço e cole no Chrome. O passo a passo dentro do app oferece o botão de copiar quando percebe que você está nessa situação.
No iPhone não existe instalação automática: a faixa nunca vai aparecer, e isso não é defeito, é como a Apple faz. O caminho é pelo botão Compartilhar, e ele tem duas armadilhas que valem mais do que o passo a passo em si.
Durante muitos anos, Adicionar à Tela de Início era exclusividade do Safari. A partir do iOS 16.4 (de 2023) a Apple abriu isso: o Chrome, o Edge e o Firefox do iPhone também instalam, pelo menu Compartilhar deles. O sistema já sabe disso e mostra o caminho de cada um, em vez de mandar você trocar de navegador à toa.
Num iPhone mais antigo, anterior a essa versão, continua valendo o de sempre: só o Safari. O sistema também reconhece isso e avisa.
Toque em Ativar trava por digital, encoste o dedo no leitor quando o celular pedir, e pronto. A partir daí, toda vez que o app abrir, ele pede sua digital antes de mostrar qualquer coisa — nem os valores chegam a ser carregados.
No mesmo bloco ficam Registrar outro aparelho, para adicionar mais um celular, e Desligar trava, se você quiser voltar atrás.
Sua digital nunca sai do seu celular. O aparelho guarda uma chave protegida por ela e envia só uma assinatura, que o servidor confere. É o mesmo mecanismo dos bancos.
A tela de bloqueio sempre oferece Entrar com a senha. Trocou de celular, machucou o dedo, apagou a digital — entre com a senha e ative a trava de novo.
Cadastrar a digital no celular não cadastra no computador. Use Registrar outro aparelho em cada um. E no iPhone, os avisos e a digital só funcionam com o Quitas instalado na Tela de Início — pelo Safari comum, não.
Travou alguma coisa, apareceu uma mensagem que você não entendeu, um botão não fez nada: é por aqui. O fone fica no canto de cima de qualquer tela, ao lado do sino, e está lá justamente para não precisar ser procurado — quem está travado numa tela não vai caçar ajuda dentro de uma engrenagem. Também dá para chegar pelas Configurações, em Falar com o suporte.
O Suporte era a última aba da barra de baixo. Ele subiu para o canto de cima quando a tela de Início entrou na barra — cinco nomes é o que cabe num celular estreito sem um deles ficar cortado. Continua em toda tela e continua a um toque; só trocou de altura.
No alto da tela de suporte ficam duas coisas, antes do formulário. Em cima, um atalho para Manual do sistema, que é este texto que você está lendo. Embaixo, Perguntas frequentes: uma lista curta do que mais chega ao suporte, com a resposta que resolve na hora.
As perguntas ficam fechadas, uma linha cada; toque na que interessa e a resposta aparece. No fim de cada resposta tem um atalho para o capítulo deste manual que aprofunda o assunto, e ele abre em página separada, para você não perder o que já tiver escrito no formulário.
Boa parte do que chega ao suporte já tem resposta escrita ali: senha esquecida, baixa dada na parcela errada, cliente que não consegue preencher o cadastro, aviso que não chega no celular. São dez segundos de leitura contra um dia de espera.
Porque é o que resolve na primeira leitura. Todo defeito que chegou até aqui chegou por foto de tela: o valor que quebrou em duas linhas, o cartão que parou de abrir, o “já existe um registro com esses dados”. A foto mostra a tela, o estado e a mensagem exata — coisas que ninguém consegue descrever por escrito sem ser técnico.
Sem ele, quase todo chamado vira uma pergunta de volta, e a resposta demora um dia a mais.
Aceita foto (JPG, PNG, WEBP) e também PDF — tem gente que “tira print” imprimindo a tela, e isso serve.
O campo é texto livre, e texto livre atrai o que não devia sair da sua conta. Se o suporte precisar de algum dado para entender o caso, ele pede depois, pelo canal certo. Senha, nunca: o suporte não precisa da sua senha para nada, e quem pedir não somos nós.
A mensagem cai direto na fila do suporte, e a tela de onde você pediu ajuda vai junto, sem você digitar nada — isso responde de graça a primeira pergunta de todo atendimento, que é “em qual tela isso aconteceu?”.
Logo abaixo do formulário fica Suas mensagens: tudo o que você já mandou, com a situação de cada uma. São três:
| Situação | O que quer dizer |
|---|---|
| Aguardando resposta | Chegou aqui e ainda ninguém respondeu |
| Respondido | A resposta está escrita no próprio cartão, logo abaixo da sua mensagem |
| Encerrado | O caso foi fechado. O histórico continua visível |
A resposta aparece aqui mesmo, nessa lista, e não por e-mail. É de propósito: aí a pergunta e a resposta ficam no mesmo lugar, e você não precisa procurar em caixa de spam para saber o que responderam.
E ela também toca o sininho, no canto de cima de qualquer tela: quando o suporte responde, o número sobe e a resposta aparece no topo dos Avisos. Você não precisa lembrar de vir conferir.
Quase nenhuma resposta resolve de primeira. O suporte pede para você atualizar o aplicativo e dizer se continua acontecendo, ou pergunta um detalhe que faltou. Para isso existe o botão Responder ao suporte, embaixo de cada conversa: você escreve ali mesmo e a conversa continua no mesmo lugar, com a pergunta, o print e a resposta tudo junto.
Assim que você responde, o chamado volta para Aguardando resposta e sobe de novo na fila do suporte. Não precisa (e não convém) abrir um chamado novo para continuar o mesmo assunto: um chamado novo chega sem nada do que já foi conversado, e quem atende recomeça do zero.
Aqui não tem tamanho mínimo. “Continua igual”, “deu certo, obrigado” e “agora foi” são respostas úteis, e são as mais comuns. O mínimo de vinte letras é só para abrir um chamado do nada, onde ninguém sabe do que se trata ainda.
Quando um chamado é marcado como Encerrado, o botão de responder some e no lugar aparece um aviso. Se voltar a precisar de ajuda, mande uma mensagem nova lá em cima. Não é rigor: é para o seu recado não ficar pendurado no fim de uma conversa fechada, que ninguém está mais olhando.
Falhou a internet no meio? A tela mostra o erro com o que você escreveu e o print ainda no lugar. É só tocar em enviar de novo. Quem não sabe tirar print não tira duas vezes de bom humor, e o suporte perderia justamente quem mais precisa dele.
Sem problema: dois chamados iguais na fila só dão um pouco mais de trabalho de leitura, e a resposta vem no primeiro. Depois de um envio aceito, os campos se limpam sozinhos — se eles limparam e apareceu Recebemos sua mensagem, pode ficar tranquilo que foi.
Uma vez, e só uma, o aplicativo vai subir um convite para seguir o Quitas no Instagram (@quitas_app). Lá a gente publica jeitos de cobrar que funcionam, as novidades do sistema antes de elas chegarem aqui, e as respostas das dúvidas que mais chegam ao suporte.
O convite fecha de três jeitos: tocando em Agora não, no X do canto, ou em qualquer lugar fora dele. De qualquer um dos três ele não volta, nem neste celular nem em outro: a marca fica na sua conta, e não no aparelho.
O endereço continua nas Configurações, no mesmo bloco do manual e da política de privacidade, em Quitas no Instagram.
O Quitas tem um plano gratuito que não vence: até 10 contratos em aberto, com uma pessoa na conta, de graça para sempre. Não é período de teste. Se a sua carteira cabe nisso, este capítulo não muda nada para você.
O que conta para o limite é contrato em aberto, e nunca o seu histórico. Quem fechou duzentos contratos ao longo do ano e tem três na rua hoje está com três, não com duzentos e três. Quitou, saiu da conta.
O mesmo plano pode ser pago Mensal, Trimestral, Semestral ou Anual. O preço por mês aparece sempre, em qualquer prazo, junto com o total do período: assim dá para comparar sem fazer conta. Quanto mais longo o prazo, menor a mensalidade.
O pagamento é por Pix, e quem confere é uma pessoa. São três passos:
A tela diz em que nome a chave está registrada. Esse nome tem que ser o mesmo que o seu banco mostra depois de você colar a chave. Se não for, não envie e fale pelo Suporte. Essa conferência vale para qualquer Pix que você faça na vida, não só para este.
Guarde o comprovante até a liberação aparecer. Se passar de um dia útil, cobre pelo Suporte.
Conta acima do limite do plano, sem assinatura em dia, fica em somente leitura. E isso quer dizer uma coisa bem específica:
Quem tem dinheiro na rua não perde a ferramenta de cobrança no meio do mês. A trava alcança o que você vai começar, nunca o que já está valendo.
A tela de planos mostra quantos contratos você tem e quantos cabem no seu plano, e avisa com antecedência quando a conta está chegando no limite. Descobrir o teto na hora de lançar um contrato seria um obstáculo no meio do trabalho.
Quem assina dentro da janela de abertura mantém o preço que pagou enquanto não cancelar, mesmo que a tabela suba depois. E se a tabela algum dia cair, você cai com ela: o travado é teto, não é prisão. A tela diz se a janela está aberta e até quando.
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